Mas eles me fizeram pensar e me perguntar o por quê de tanta dúvida.
Pra que ter dúvida se eu sei que nada vai ser como na minha imaginação?
Eu sempre tive certeza de algumas coisas, mas nunca tive a coragem de admitir isso.
Hoje eu me vi no espelho e tive saudade de mim.
Tive saudade do meu antigo humor, da minha coragem e até mesmo dos meus passeios de domingo totalmente sem expectativas, mas que pareciam ser os melhores dias da minha vida.
Confesso até que tive saudade daquele vestido que costumava usar e daquele batom que eu abandonei quando um certo alguém me abandonou.
Resolvi que vou usar outra vez. Afinal, ninguém tem o direito de mudar alguém além de si mesmo.
Assumo minha parcela de culpa nisso. Eu deixei que me controlassem, mas hoje decidi não deixar mais.
A vida é minha não é?
Faço dela o que bem entender.
Como eu demorei para entender que a vida é minha e não de qualquer outra pessoa!
Se eu tivesse que dar um conselho seria: não deixe que ninguém seja leviano/a com seus sentimentos.
Às vezes a nossa vontade de viver algo incrível é tão grande, que a gente se engana, se ilude, se mente. Se transporta pra um mundo de fantasias, meio hollywoodiano.
Ou ainda: Não engane, não dê falsas esperanças, não faça com os outros o que não gostaria que fosse feito com você, não importa quão frágil ou vulnerável você esteja.
Digo isso porque quando eu estive vulnerável e frágil se aproveitaram disso e posso lhes assegurar que não é nem um pouco confortável viver algo assim.
Portanto, tire a máscara e coloque o seu vestido e seu batom, porque ninguém vai fazer isso por você além de você mesmo.
Farei isso.
E se puder faça também.
Esse é um conselho de quem tem um coração e felizmente (ou infelizmente) age e pensa com ele.

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